segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

a patetice, isto é, a amizade - verdades breves XLVII

::::: loucademia de polícia :::::

Passava por um beco de onde saíram quatro sujeitos mercadologicamente classificados como suspeitos de. Desci da viatura e quando mandei todos erguerem as mãos notei que não tinha arma. Também rapidamente, notei que estava com meu carro particular e sem farda. De modo que o porta-voz deles demonstrou a mesologia de sua impostação:
– Liga não, dotô, a gente é traficante tamém, mais tamos de paisana.
– "Foda-se eu; viva a corporação!" – disse-me-lhes.

6 comentários:

Caio Mattoso disse...

muitos casos contrários de resumos de uma "sóciedade" extensa mente absurdos.

Loading disse...

Estou lendo "1984". Já leu?

Berzé disse...

Sou mais dos traços, mas...troco umas letrinhas.
Parabéns
BerzeHQ

nhanhá disse...

tá, tava sem arma, sei...

Guilherme Muzulon disse...

hahahahaha...
gostei do Berzé lendo o seu blog.

ah, o ar que a gente respira é vapor que foi queimado em algum canto né...

fochesatto disse...

já li e assisti, loading k.

grato, berzé. uns visitantes extraterrenos da ordem imperial muzulon me falaram muito bem de ti. abraço.

se eu fosse caetano tu sabe, né nhá, não me faltaria nada.

que papo de maconheiro, muzu. aioshda.