quinta-feira, 28 de julho de 2011

ad infernum dormimus lactis I

Quem nunca se perguntou: por que não analisam o leite no cinema? Bem, eu nunca. Quando o fiz, O Googletífice pouco me ajudou. Café e bebida alcoólica já são triviais no ramo/galho cinematográfico; e no mais, cenas de dança, beijo, despedida, neve e ação estão lá, aos borbotões (aproveitando o sentido pornográfico do substantivo, excluo daqui a presença do leite na pornografia). Pensando no preenchimento da lacuna, no bem dos mamíferos que mamam de tudo até depois de desmamados, na brancura dos lençóis, nas mamadeiras mordidas, na intolerância à lactose, na semântica pura do branquinho segregado pelas glândulas, na Via Láctea, nos produtos Nestlé, no leite em pó, no elemento de número atômico três Li, no açúcar, na coalhada, nas mamães etc., cá estou criando uma nova sessão aqui no AAAE.

Abdel Kechiche - 2007 - La Graine et Le Mulet


Alfred Hitchcock - 1960 - Psicose (Psycho)


Andrei Tarkovsky - 1975 - The Mirror (Zerkalo)


Andrei Tarkovsky - 1979 - Stalker


Andrei Tarkovsky - 1983 - Nostalghia


Andrei Tarkovsky - 1986 - O Sacrifício (Offret) - de onde uma cena foi perfeitamente roubada para um clip.


Anthony Diamond - 1999 - Psycho for Milk


Byambasuren Davaa - 2003 - The Story of the Weeping Camel


Byambasuren Davaa - 2005 - The Cave of the Yellow Dog


François Truffaut - 1970 - L'Enfant Sauvage


Giorgos Lanthimos - 2009 - Dogtooth (Kynodontas)


Katsuhito Ishii, Hajime Ishimine, Shunichiro Miki - 2005 - Funky Forest - The First Contact


Luc Besson - 1994 - Léon, o profissional


Luis Buñuel - 1950 - Los Olvidados


Quentin Tarantino - 2009 - Inglourious Basterds


Semih Kaplanoglu - 2008 - Süt (Milk)


Stanley kubrick - 1971 - A Clockwork Orange


Takashi Miike - 2001 - Visitor Q (Bijitâ Q)


Por certo que alguns filmes apenas mencionam o branquinho de alguma forma que não merecem destaque. Resolvi citá-los também. Para esse post, a trilogia é essa - sendo que o último é o maior TERROR dos resultados de busca para o termo em questão:



Allora, freddo o caldo?

3 comentários:

Guilherme Muzulon disse...

Hahaha... será que o Buñuel seria um bom anfitrião para cuiabanos?

fochesatto disse...

óbvio que não. e não exclusivamente pela paixão mamífera. de buñuel aqui a gente não curte nem o cheiro. tem demais.

Guilherme Muzulon disse...

tss tss tss, ahsduhaskdaskhd

ele ficaria debaixo do chinelo ne? entenderia como tendo concorrentes demais no mercado dessa área...

entendi, entendi... ashduahsd

por outro lado, vai saber ne, talvez seja o lugar aonde ele gostaria de ir quando morresse!