::::: dreams :::::
Está ontologicamente provado: Kurosawa mora no meu subconsciente. Desde que dormi assistindo Dreams, Kurosawa mora (e não sai) daqui. Tamanha verdade inegável sobreveio-me muitos anos após o ocorrido. Em um daqueles alvoreceres de idéias contraditórias onde rememoramos todas as próprias pretéritas opções transcendentais. Logo, várias de minhas ações, melodias e produções partiam, inconscientemente, das proposições de “nossos” Sonhos.
Foi aí, então, chegando a tal fatal conclusão, que dormi por dez dias de saudade. Quando acordei nada havia mudado. O mundo prosseguira, indiferente, firme, em fogo. O céu estava lá, eu estava lá, o prazo de validade era ignorado, tudo estava se deteriorando, o ventilador girava e os pescoços também. Fiquei tão feliz que matei “meus” sonhos sobressalentes.
Está ontologicamente provado: Kurosawa mora no meu subconsciente. Desde que dormi assistindo Dreams, Kurosawa mora (e não sai) daqui. Tamanha verdade inegável sobreveio-me muitos anos após o ocorrido. Em um daqueles alvoreceres de idéias contraditórias onde rememoramos todas as próprias pretéritas opções transcendentais. Logo, várias de minhas ações, melodias e produções partiam, inconscientemente, das proposições de “nossos” Sonhos.
Foi aí, então, chegando a tal fatal conclusão, que dormi por dez dias de saudade. Quando acordei nada havia mudado. O mundo prosseguira, indiferente, firme, em fogo. O céu estava lá, eu estava lá, o prazo de validade era ignorado, tudo estava se deteriorando, o ventilador girava e os pescoços também. Fiquei tão feliz que matei “meus” sonhos sobressalentes.
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