segunda-feira, 23 de novembro de 2009

ex animo dicere LXV

"Ele é São Ernesto de la Higuera", disse-me o devoto.
"Nunca escutei comentários de que ele tinha uma arma. O comentário que se ouvia é de que ele tinha um livro, e que esse livro era mágico. Muito gente dizia que, se ele tivesse tido tempo de ler seu livro, não teriam conseguido matá-lo". "Por quê? O que ele faria?" "Diziam que esse livro era mágico. Que ele lia algumas palavras em suas páginas, e se transformava numa mosca ou num passarinho", respondeu-me Juana Ocinaga, enfermeira boliviana, orgulhosa da eloqüência Guevarista de seu filho Moroni Andrade.
"As pessoas não são capazes de lutar, de arriscar suas vidas. Então querem se projetar em alguma pessoa. Como Guevara para eles foi um grande lutador, agora querem adorá-lo. Porque acham que Guevara teve a coragem que eles não tiveram", calou-os Enrique Ros, escritor cubano exilado.

Rarara. Personal Che?
Alors, passez la syndrome!

Um comentário:

Carol Capellani disse...

hahaha
esse aí nem existiu oto!