::::: matou a família e foi ao cinema :::::
Cheguei de madrugada, e meu vizinho – o desconhecido, o invisível – estava empurrando aquele carrinho de mão para dentro da caçamba que desde sempre existiu no fim da rua.
“Por que diabos o cara...?”, me perguntei enquanto ébrio e, portanto, pouco curioso ou interessado nos tropeços da vida do outro lado do muro.
Dois dias depois, porém, surgiram duas possíveis respostas a partir de hipóteses detetivescas que cheiravam a tempestade:
1) Aconteceria a festa de sua filha pequena;
2) Encontrariam meia dúzia de bebês mortos na caçamba.
Desde então, temo que estórias como essas se transformem em filmes contemplados por leis & afins S/A.
Cheguei de madrugada, e meu vizinho – o desconhecido, o invisível – estava empurrando aquele carrinho de mão para dentro da caçamba que desde sempre existiu no fim da rua.
“Por que diabos o cara...?”, me perguntei enquanto ébrio e, portanto, pouco curioso ou interessado nos tropeços da vida do outro lado do muro.
Dois dias depois, porém, surgiram duas possíveis respostas a partir de hipóteses detetivescas que cheiravam a tempestade:
1) Aconteceria a festa de sua filha pequena;
2) Encontrariam meia dúzia de bebês mortos na caçamba.
Desde então, temo que estórias como essas se transformem em filmes contemplados por leis & afins S/A.
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