


"Lord, I dedicate this project to your cross, the cross of victory. I profess in the name of all the people who are chosen to fulfill your plan. I profess that you, Jesus Christ, you are our Lord and our living God; that you are the master of this film, the master of Austria. I profess that you want to do something completely new with this film, something that no one can foresee or predict, Lord, you can do it."
* imagens: screen gods.
É com essas três preces filmadas em voz alta que Ulrich Seidl começa este documentário intimista, ora doméstico, mas em geral ambientado em templos permeados por um estéril marasmo de sacristia; é assim que começamos a ouvir o coração, o louvor (às vezes como é, às vezes apenas bizarro) e as conversas (monólogos, em verdade) entre grandes amigos. Entre um fiel e o filho do homem: Jesus, you know. O que não me espanta é constatar que, por outro lado, há a parcela significativa de cristãos que não querem viver como Cristo, isto é, financeiramente humilhados, na busca. Amiguinhos, Deus só nos escutará quando nossas semelhanças voltarem, isto é, quando dominarmos a habilidade de produzir acidentes arbitrários.
Alors, alleluia, Jesus!
2 comentários:
ababsurdoabdominado
i know.
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